A Federação PróToiro e o sector Tauromáquico nacional vêm publicamente expressar o seu mais profundo repúdio perante as recentes declarações da Provedora do Telespectador da RTP, que sugerem a manutenção da exclusão das corridas de touros da grelha da televisão pública em 2026.
A Tauromaquia não é apenas uma tradição; é uma actividade cultural legal, protegida pela lei portuguesa como Património Cultural Imaterial e um dos espectáculos que mais público mobiliza em Portugal, com cerca de 400.000 espectadores anuais.
É inaceitável que uma Provedora, cujo papel deveria ser a defesa de todos os telespectadores e do pluralismo, se comporte como porta-voz de uma agenda ideológica restritiva. A RTP é financiada pela Contribuição Audiovisual paga por todos os cidadãos, incluindo os aficionados, e tem o dever constitucional de promover a diversidade cultural do país, não podendo ignorar o Portugal real em favor de visões intolerantes do Homem.
O sector Tauromáquico não aceitará ser invisibilizado. Amanhã, dia 11 de Abril, o cordão humano em Reguengos de Monsaraz será a primeira de muitas respostas. Exigimos que o Conselho de Administração da RTP cumpra o seu Contrato de Concessão de Serviço Público e respeite a liberdade cultural dos portugueses."